Ciro mais conhecido como Maluco Beleza era um cara muito alegre, ele gostava muito de apelidar as pessoas e por isso, também apanhou muito. Mas o tempo foi passando e o Maluco Beleza envelhecendo e perdendo a vontade de apelidar as pessoas, o velho Maluco Beleza já conhecido como senhor Ciro, um velho mal-humorado e que não gostava de ninguém.
Certo dia o senhor Ciro como era de costume foi sentar no banco da pracinha, quando de repente aparecendo do nada um velho mendigo com cabelo e barba grande e sem nenhuma piguimentação, com um capuz e roupas rasgadas e o pior de todos os seus problemas esfomeado. E mesmo com todos esses problemas chegou no senhor Ciro e bem humorado perguntou:
- O senhor tem algo para eu comer? Mas se não tiver não tem problema, amanhã eu volto no mesmo horário, mesmo canal e no mesmo ponto.
Aquela foi a Pedra Filosofal da juventude, do espírito do senhor Ciro que avisou a todos:
- Podem voltar a mim chamar de Maluco Beleza porque agora eu vou apelidar todos a começar pelo mendigo.
Ele lançou o apelido Mendigo Beleza, e todos que passavam pela pracinha ele apelidava como antigamente, agora com mais confiança, pois quem teria coragem de bater em um idoso?
Petrucio Perttson Bertoso de Queiroz
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O retorno do Zé Pinguinha
Zé era um homem de coração de ouro, que não gostava de choro.
Pois é, como diz a história; Zé Pinguinha morreu de cirrose de tanta bebedeira.
No velório do Zé tinha gente de todos os tipos; bem vestidos e maltrapilhos, andantes e pedintes e até um empertigado.
Estavam todos comovidos com a morte do Zé; quando na hora do enterro do Zé, amigos e parentes começaram a chorar, não sabe eles a surpresa que estar por vir, e o Zé olhando todas aquelas pessoas chorando com o acontecido resolveu voltar, pois ainda tinha muita coisa para resolver na terra.
Lá estavam todos chorando quando de repente o Zé levantou do caixão dizendo:
- Hoje tem bebedeira no bar do Magrão. Quem vai me acompanhar?
Todos tomaram um susto, pois o inesperado tinha acontecido. A noite no bar do Magrão o Zé estava muito feliz por saber que ele fazia falta pelo menos para os amigos, " pois noite sem o Zé nos bares que era raro era noite que faltava alguma coisa ".
Laís Raianny Moraes Pires
Pois é, como diz a história; Zé Pinguinha morreu de cirrose de tanta bebedeira.
No velório do Zé tinha gente de todos os tipos; bem vestidos e maltrapilhos, andantes e pedintes e até um empertigado.
Estavam todos comovidos com a morte do Zé; quando na hora do enterro do Zé, amigos e parentes começaram a chorar, não sabe eles a surpresa que estar por vir, e o Zé olhando todas aquelas pessoas chorando com o acontecido resolveu voltar, pois ainda tinha muita coisa para resolver na terra.
Lá estavam todos chorando quando de repente o Zé levantou do caixão dizendo:
- Hoje tem bebedeira no bar do Magrão. Quem vai me acompanhar?
Todos tomaram um susto, pois o inesperado tinha acontecido. A noite no bar do Magrão o Zé estava muito feliz por saber que ele fazia falta pelo menos para os amigos, " pois noite sem o Zé nos bares que era raro era noite que faltava alguma coisa ".
Laís Raianny Moraes Pires
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Nossas Crônicas
Tira o dez
Nos tempos de colégio nunca fui bom de bola, como de costume os ruins no campo iam para o gol.
Não que eu me revelasse como um ótimo goleiro, pois nessa posição era um desastre também. Certo dia todo o time do colégio foi convidado para jogar em outra cidade, daí fizeram uma tal reunião pra ver quem iria representar a escola.
Logo de cara todos disseram que eu, o número 10, não devia ir de jeito nenhum. Ok, até aí tudo bem, conseguiram um substituto para mim.
Mais um dia antes da viagem o goleito que estava no meu lugar sofreu um acidente, e como era de se esperar correram para me chamar.
Quando falaram pra o número 10 voltar para o time me assustei, mais erava com tanta vontade que aceitei o convite na hora.
Quando amanheceu seguimos viagem. Ao chegar no destino, eu o camisa 10, impressionei a todos, não deixei uma bola se quer entrar na rede.
Então o time ganhou, e ao voltarem os que disseram que não era para o número 10 ir ficaram boquiabertos com a história contada pelo técnico que o melhor do time era o número 10.
Daí, nunca mais se quer pensaram em deixar o número 10 fora de qualquer jogo.
Amanda Vanessa
Não que eu me revelasse como um ótimo goleiro, pois nessa posição era um desastre também. Certo dia todo o time do colégio foi convidado para jogar em outra cidade, daí fizeram uma tal reunião pra ver quem iria representar a escola.
Logo de cara todos disseram que eu, o número 10, não devia ir de jeito nenhum. Ok, até aí tudo bem, conseguiram um substituto para mim.
Mais um dia antes da viagem o goleito que estava no meu lugar sofreu um acidente, e como era de se esperar correram para me chamar.
Quando falaram pra o número 10 voltar para o time me assustei, mais erava com tanta vontade que aceitei o convite na hora.
Quando amanheceu seguimos viagem. Ao chegar no destino, eu o camisa 10, impressionei a todos, não deixei uma bola se quer entrar na rede.
Então o time ganhou, e ao voltarem os que disseram que não era para o número 10 ir ficaram boquiabertos com a história contada pelo técnico que o melhor do time era o número 10.
Daí, nunca mais se quer pensaram em deixar o número 10 fora de qualquer jogo.
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