O seu nome de batismo era Ciro, mas todos o chamavam de Maluco Beleza. Ele mesmo se apelidou assim e qualquer pessoa que ele olhasse era apelidado, causando constrangimentos e até brigas.
Depois de ter se metido em encrencas e ter a barba cortada por um homem apelidado por ele de Maguila 3, resolveu parar com esse costume e foi à igreja para pedir a ajuda de Deus. Chegando lá o culto já havia começado e ele se sentou na última fila.
O Maluco Beleza começou a olhar para as pessoas e mentalmente foi apelidando cada uma e por último o pastor. Ao final do culto, as pessoas foram cumprimentar o Maluco Beleza e ele tentou não chamar as pessoas pelo apelido. Afinal, era isso que ele tinha vindo fazer, parar com essa mania. Mas não teve jeito. Todo mundo foi chamado por um apelido e a sorte do Maluco Beleza era que ele estava na igreja, senão tinha se dado muito mal.
Maluco Beleza percebeu que não pararia com esse costume e nada que fizesse iria mudar isso. Foi para casa e como sempre apelidando as pessoas que encontrava no caminho.
Laise Campos Leite
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O Sonho de Luandécia
Luandécia era uma menina pobre e não tinha amigos, porque todas as pessoas não davam nenhuma atenção para a coitadinha. Ela tinha um sonho, de ser médica e ter muitos amigos, mas a mãe dela sempre dizia que o seu sonho nunca seria realizado.
Com o passar do tempo, Luandécia resolveu estudar para conseguir o que queria. Dona Sílvia (mãe de Luandécia) saiu para procurar emprego, mas em todas as portas que batia, ninguém lhe queria para trabalhar. Depois de tentar muito encontrou uma velhinha bondosa que disse está precisando de uma empregada. Sílvia aceitou trabalhar lá. Quando chegou em casa contou a Luandécia e ela ficou muito contente.
Era o dia da formatura de Luandécia, mas sua mãe não tinha dinheiro suficiente para fazer festa, então foram para casa. Os dias iam se passando e Luandécia ainda tinha esperança de ser médica.
Certo dia Sílvia estava desesperada, porque não tinha dinheiro suficiente para pagar os estudos da filha, a velhinha que lhe contratou resolveu ajudá-la, Sílvia não queria aceitar, mas de tanto sua patroa insistir acabou concordando.
Luandécia realizou seu sonho e era elogiada por seus pacientes todos os dia. Sua mãe ainda continuava trabalhando na casa da velhinha e agradecia todos os dias a Deus.
Laura Rayanne Amador Vidal
Com o passar do tempo, Luandécia resolveu estudar para conseguir o que queria. Dona Sílvia (mãe de Luandécia) saiu para procurar emprego, mas em todas as portas que batia, ninguém lhe queria para trabalhar. Depois de tentar muito encontrou uma velhinha bondosa que disse está precisando de uma empregada. Sílvia aceitou trabalhar lá. Quando chegou em casa contou a Luandécia e ela ficou muito contente.
Era o dia da formatura de Luandécia, mas sua mãe não tinha dinheiro suficiente para fazer festa, então foram para casa. Os dias iam se passando e Luandécia ainda tinha esperança de ser médica.
Certo dia Sílvia estava desesperada, porque não tinha dinheiro suficiente para pagar os estudos da filha, a velhinha que lhe contratou resolveu ajudá-la, Sílvia não queria aceitar, mas de tanto sua patroa insistir acabou concordando.
Luandécia realizou seu sonho e era elogiada por seus pacientes todos os dia. Sua mãe ainda continuava trabalhando na casa da velhinha e agradecia todos os dias a Deus.
Laura Rayanne Amador Vidal
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