sexta-feira, 28 de maio de 2010

Tira o 10
Não é mais novidade saber que o jogador N° 10 da Rua de Baixo não tem habilidade com a bola, já tentou jogar basquete, handebol, vôlei, futebol e nada, nunca saia aquele lance esperado por todos. Ele realmente era "do contra", a única torcida que conseguia agradar era a adversária, que sempre vibrava quando o 10 perdia aquele gol imperdível, aqueles que nem mesmo jogadores meia-baca perderiam se tivessem a oportunidade.
Vendo que a bola não era seu forte, sendo ela manuseada pelas mãos ou pelos pés, decidiu ainda no tempo de escola entrar no time de xadrez, onde não exigia talento com a bola e nem tinha a torcida dando seu grito de guerra mandando tirar o 10.
Decidiu dar um grande passo. Como tinha uma vaga no time para os jogadores regionais não pensou duas vezes, "essa é minha chance de fazer bonito", pensava ele. Mais não deu outra, sua marca registrada era o 10, não tinha jeito, assim que o treinador entregou-lhe a camisa, ele não pôde deixar de reparar, lá estava o 10, mais destacado que nunca. Sempre que entrava na sala, passava apenas alguns minutos, e lá vinha ele, desanimado, com o desgosto e com mais uma derrota pra entrar na seleção. A cada vez que entrava na sala, logo ouvia as reclamações com o treinador:
- Como você coloca um jogador desses para entrar no time?!
- Esse cara ainda não ganhou uma!
- Desse jeito a gente perde!
Cansado das reclamações o treinador decide pegar o primeiro que aparecesse, que soubesse movimentar as peças. Com o apoio do time o 10 foi retirado do torneio, com a desculpa de que tinha adoecido durante o jogo, conseguindo assim realizar sua saída.
Descobriu então que o seu problema não era a bola, mais sim com todos ou pelo menos com a maioria dos esportes.
José Allyson Bertoso de Farias
Tira o Dez
Brasil, país de futebol, lugar da bola em campo, craques profissionais correndo ao gol dando dribles incríveis, penta campeão e rumo ao Hexa campeonato. Kaká, Ronaldinho, exemplos da garra deste país, artilheiros ao mundo, mas nem todos são assim, sempre tem aquela "ovelha negra" no país, dou o exemplo do Dez.
Jogador sem rumo, nunca foi bom de bola, sempre jogava no gol, como goleiro, pois os ruins em campo iam para lá, não conseguia dar dribles, nem entendia as jogadas ensaiadas, poucas vezes passava com a bola por um adversáio, jamais vi alguém tão ruim assim, deve ser desesperador correr atrás de um adversáio sem saber o que está fazendo, você deve está pensando: "jogador assim não deve existir", mas confirmo e garanto pior que ele, você não vai achar.
O que achei bonito no Dez, foi sua persistência pelo esporte, treinava muito em casa, não desistia mesmo e sempre estava lá em campo com a camisa de número dez. Quando penso nisto, a primeira ideia que me vem à mente é de alguém que não sabe jogar, mas se dedica a melhorar, ele pode não saber de nada sobre o futebol, mas tem a garra que todo Brasileiro tem, assim como Kaká ou Ronaldinho.
A esperança é a última que morre e no final ela acabou falecendo, hoje em dia o Dez em qualquer confraternização da empresa ele vai de perna engessada, ao meu ver só isto resolveria este problema grave de não saber jogar.
Caio Henrique Umbelino dos Santos

sábado, 15 de maio de 2010

"Uma ideia pode transforma-se em pó ou magia, dependendo do talento que nela tocar".
(Willian Bernbach)
Um professor pode levá-lo até a porta; mas abri-la é com você. (Provérbio Chinês)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Quem lê viaja...Por isso leiam bastante.

Prfª Andréia Barros

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Preparando o Cenário...

Mª Clara, Rana Fernandes e Liliane
No Auditório do Colégio...


Morreu Zé Pinguinha


Raianny, Allan e Mª Clara
Maluco Beleza



Peça de Teatro


Laise, Anacléia, Dayane e Laura



Peça de Teatro


Jesus, Charles e Williane
Peça de Teatro

Petrucio, Jackson e David